9 boas novas na Saúde Digital que vale a pena comemorar

Conheça agora as principais tecnologias que garantem uma assistência cada vez mais conectada para a construção de uma Saúde baseada em valor e em dados

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Desde 1950, 07 de abril é dia de celebrar a Saúde no mundo todo e hoje não é diferente. Mas neste ano, depois de muitos meses de pandemia e tantos desafios vividos em tão pouco tempo, há muitas conquistas a comemorar, especialmente aquelas que resultaram na agora conhecida Saúde Digital, cujo maior ganho certamente é trazer à distância de um clique o que antes estava longe.

"A transformação digital que envolveu o nosso setor nos últimos anos trouxe aos pacientes a experiência do autocuidado, com possibilidades irrestritas de acesso ao profissional de Saúde que melhor pudesse atendê-los, sempre que for preciso", enfatiza Paulo Magnus, presidente da MV. E para que esse benefício seja possível, muita tecnologia tem sido adotada para proporcionar uma maior qualidade de vida a todos os atores envolvidos no cuidado assistencial: desde pacientes até profissionais da Saúde.

Acompanhe o nosso webinar sobre o papel da TI na transformação digital da Saúde

Para deixar claro todas as boas novas frutos da tecnologia implantada, selecionamos nove importantes melhorias do setor que só foram possíveis graças à Saúde Digital.
Telemedicina para atenção primária
A prática de atenção primária na Saúde não é o que podemos chamar de uma estratégia inovadora, afinal lá se vão mais de 30 anos que o modelo vem sendo adotado pelo sistema de saúde pública. Mas é nova a forma como as consultas estão sendo realizadas, por meio da telemedicina, que tem feito com que a gestão das operadoras e a gestão hospitalar adotem a prática com mais empenho.

O acompanhamento remoto, além de reduzir o custo físico, favorece a gestão da Saúde e produz dados capazes de garantir a aplicação de uma medicina preventiva de fato. 
Leia também: Gestão da operadora digital e o resgate do médico da família

Phygital

Para quem ainda não está familiarizado com o termo, a junção das palavras “physical” + “digital” representa a união dos mundos físico e virtual e deve se tornar uma realidade cada vez mais comum no setor de Saúde. Mas, para que a promessa de dar maior fluidez na relação entre a organização e o paciente/beneficiário aconteça, será necessário investir mais no processo de aprendizado para o bom uso do digital, com a capacitação para teleconsulta de qualidade, por exemplo.
Leia também: Depois da telemedicina, o phygital

Análises preditivas através de BI e BA

Enquanto as ferramentas de Business Intelligence (BI) reúnem dados importantes da instituição, a adoção da tecnologia de Business Analytics (BA) organiza toda essa informação para apoiar a melhor tomada de decisão. Quando usadas juntas, ambas tecnologias conseguem até mesmo traçar análises preditivas.
Leia também: BI e BA: principais diferenças e quando usar na gestão em Saúde

Saúde 5.0

Quanto mais as instituições de Saúde começarem a usar soluções avançadas como big data, machine learning e inteligência artificial (IA), entre outras ferramentas preditivas já disponíveis, mais próximas estarão da chamada Saúde 5.0, cujo uso da tecnologia estará a serviço de uma melhor jornada de tratamento ao paciente de cada instituição. No entanto, para funcionar bem, a proposta precisa ser mais responsiva e focada em uma medicina preditiva para garantir a saúde das pessoas.
Leia também: Da Saúde Digital 4.0 para a 5.0, os impactos na jornada do paciente
Centro de comando

Uma sala de situação com indicadores pré-determinados pela gestão e que estão disponíveis e atualizados em tempo real para apoiar a tomada de decisão e impedir a ocorrência de não conformidades futuras. Assim é o centro de comando da Saúde, um conceito que engloba uma equipe multidisciplinar com o objetivo maior de olhar para frente e antever situações com base em dados apoiados em SLAs preditivas.
Leia também: Fundamentos de uma central de comando na Saúde

IA em imagens médicas

Com a inteligência artificial atrelada ao Sistema de Comunicação e Arquivamento de Imagens (Picture Archiving and Communication System, o PACS), já é possível evidenciar casos suspeitos ou, ainda, verificar diagnósticos alternativos - tudo com alta taxa de acurácia, mitigando os riscos de uma avaliação incorreta.  Além disso, a tecnologia já ajuda na interpretação de imagens complexas antes mesmo da triagem.
Leia também: Inteligência artificial no PACS: o novo papel do radiologista

Faturamento hospitalar inteligente

Otimizar as cobranças, reduzir o prazo de pagamento e evitar glosas é o objetivo de dez em cada dez instituições de Saúde. E usar uma gestão inteligente de faturamento tem sido a forma mais eficiente de conseguir isso. Os softwares de gestão próprios para o backoffice financeiro conseguem trabalhar o preparo da conta enquanto o paciente está em atendimento, com realizações constantes de auditorias internas e externas para garantir a confecção de um documento perfeito.
Leia também: As três fases da gestão de faturamento hospitalar inteligente

Hospital Analytics

Depois do sucesso do Hospital Digital, o Hospital Analytics chega ganhando espaço com a proposta de usar todos os dados adquiridos para proporcionar insights e melhorar ainda mais a tomada de decisão da instituição. Entre os departamentos que mais se beneficiam estão estoques e suprimentos, fluxo de processos e gestão da qualidade e financeiro e gestão de faturamento.
Leia também: Hospital Analytics: por que a gestão hospitalar deve prestar atenção nesse conceito

Telerradiologia e o Enterprise Imaging

Exames de imagem a distância são uma nova realidade a partir da regulamentação da telerradiologia. Com isso, muito treinamento e capacitação foi adotado para preparar os profissionais no uso dos novos equipamentos e tecnologias. Agora, como próximo passo, a enterprise imaging promete reunir em um mesmo software de gestão todas as imagens médicas da instituição, para que possam ser acessadas e compartilhadas em prol de um maior fluxo de informações relevantes ao diagnóstico. 
Leia também:  Enterprise Imaging: o que é e os impactos no diagnóstico

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