Hospital Santa Catarina inicia projeto de transformação e conquista certificação internacional

Como a TI adquiriu papel estratégico, MV foi uma das principais parceiras nesse processo

Construído em 1906 na Avenida Paulista, em São Paulo-SP, o Hospital Santa Catarina é umas das instituições de Saúde que há mais de 10 anos mantém parceria com a MV. O uso das soluções da empresa nas áreas administrativa e assistencial do hospital sempre proporcionaram eficiência na gestão e no atendimento ao paciente. Mas foi com a adoção da plataforma SOUL MV em outubro de 2017 que a instituição deu um salto significativo no processo de transformação digital. 

Com o objetivo de colocar dados em uma única base, padronizar a estrutura assistencial e de backoffice, e prover acesso a informações em tempo real, a Associação Congregação de Santa Catarina, da qual o hospital e outras 16 instituições fazem parte, iniciou o Projeto Transformação. Após um diagnóstico realizado em todas as unidades e a elaboração de um Plano de Desenvolvimento de Tecnologia da Informação (PDTI), o projeto, que envolveu mais de 80 pessoas, foi colocado em prática primeiramente na instituição mais complexa da ACSC: o Hospital Santa Catarina. “Essa foi a estratégia para que a robustez do trabalho fosse garantida de imediato”, disse o diretor corporativo de Operações, Vinícius Oliveira. 

Envolvendo diversas empresas, entre elas a MV, o Projeto Transformação contou com a migração do sistema MV 2000 para a plataforma SOUL MV; a adoção de soluções mobile para, por exemplo, gestão de compras e workflow de centro cirúrgico; e integração com sistemas terceiros para facilitar processos e acesso a dados. “Entre as várias integrações realizadas pela MV, destaque para a que ocorreu com um software de laboratório. Há sete anos, tentávamos isso para obter resultados de exames de forma online”, comenta Vinícius. 

Com mais de 600 profissionais utilizando as soluções MV diariamente, em menos de três meses o Hospital Santa Catarina conseguiu reduzir os registros de cadastros duplicados, resolver a falta de padronização nesse processo, ajustar o procedimento de faturamento com a adoção da tabela de Terminologia Unificada da Saúde Suplementar (TUSS) e minimizar as possíveis glosas. A adoção de um banco de dados único para centralização de informações foi também outra conquista da instituição. “Assim, economizamos horas para interligar bancos descentralizados e ainda colocamos na mesma base informações do legado, o que possibilita que tenhamos no prontuário eletrônico acesso a informações de atendimentos anteriores ao paciente e que as movimentações financeiras do legado tenham os saldos atualizados diretamente no SOUL MV para evitar o controle manual.” 

Com todas essas conquistas e com uma equipe assistencial podendo acessar via tablets e smartphones o prontuário eletrônico para realizar, por exemplo, o circuito fechado de medicamentos e a checagem beira leito, a instituição atendeu aos pré-requisitos exigidos pela maior associação de informática em Saúde do mundo, a Healthcare Information and Management Systems Society (HIMSS), e conquistou o estágio 6 da certificação Electronic Medical Record Adoption Model (EMRAM). 

Apesar de estar apenas a um passo de atingir o status de Hospital Digital, estágio máximo da certificação HIMSS, os desafios no Hospital Santa Catarina ainda não terminaram. Como o Projeto Transformação ganhou uma proporção que foi além da área de TI, a tecnologia passou a fazer parte do plano estratégico para a busca de melhorias na gestão e para a integração de todas as unidades da ASCS. Segundo Vinícius, num país com grandes barreiras tecnológicas o grande desafio é conseguir montar uma rede de intercâmbio de informações. 

 “Queremos conectar toda a rede e ter a informação dos clientes em qualquer unidade. Para a sobrevivência de um paciente de urgência, ter os dados disponíveis em tempo real é precioso”. 

A MV é uma empresa que lida com o cliente de forma diferenciada. Além de nos ouvir muito, traz para a nossa realidade o que realmente faz sentido e melhora o grau de proximidade com o paciente.

Vinícius OliveiraDiretor Corporativo de Operações da ACSC

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